Dr. Pedro Henrique Moreira

Os 6 principais sintomas de pedra nos rins

Os 6 principais sintomas de pedra nos rins

É possível que você já tenha ouvido um relato sobre “uma das maiores dores que existem” quando se sofre com pedra nos rins. De fato, toda essa dor se justifica quando a pedra não é eliminada naturalmente pela urina e se aloja nos canais da uretra, sem conseguir passar e não permitindo que outro líquido também passe.

A consequência é a referida grande dor e sangue na urina, que pode ser resolvido com medicação ou cirurgia. É possível, entretanto, evitar que a condição atinja um ponto extremo, através da identificação dos sintomas iniciais e a sua prevenção.

O que causa as pedras nos rins?

Os rins filtram o sangue e a água do corpo que forma a urina. Com a filtragem, esses órgãos retêm cálcio, oxalato e ácido úrico, que podem ser reabsorvidos pelo organismo. No entanto, quando há muitas moléculas de um desses elementos e eles não conseguem ser dissolvidos, começam a se formar pequenos cristais, que vão se unindo até formarem cálculos.

Eles podem chegar até 2,5 cm e a maior parte é composta pelo cálcio, tal como as pedras na vesícula. O mineral é essencial para a saúde do organismo, mas pode ser consumido exageradamente e causar problemas na sua absorção, que culmina na formação das pedras.

O problema ocorre três vezes mais em homens que mulheres, na idade entre 20 a 40 anos. O consumo de pouco líquido é o mais conhecido como incentivador para a formação de cálculos, assim como o abuso de sal, excesso de cálcio e proteínas, muita transpiração com falta de água para repor, hipertensão e obesidade.

A alimentação é relevante no surgimento das pedras e a primeira ação preventiva é consumir bastante água para evitar a cristalização dos sais presentes nos rins.

6 grandes sintomas de pedra nos rins

Quando a pedra nos rins provoca dor, ela já chegou ao seu auge de danos ao organismo. Na prática, porém, há alguns sintomas que podem alertar para a sua formação e para a realização dos tratamentos mais indicados.

Selecionamos, abaixo, os 6 principais sintomas de pedras nos rins que precisam ser observados, sinalizando para a consulta com um médico:

1. A falta de apetite pode ser sintoma de vários distúrbios, mas um deles é o de pedra nos rins.

2. Observe a cor da urina. Se ela tiver uma tonalidade clara, é um sinal positivo para o sistema urinário. Por outro lado, se tiver tons amarelados intensos e forte odor, indica muita concentração de elementos e possibilidade de haver pedras nos rins.

3. Se houver dor após urinar, pode ser um sinal de pedra nos rins e de desidratação.

4. A presença de pedras nos rins pode causar infecções em outras áreas do organismo, como é o caso da infecção urinária. A febre alta e a dor no corpo também podem ser um indício do problema.

5. Quando o problema já está em evolução, o paciente começa a sentir muitas dores nos rins, que podem confundir com dores nas costas. A dor pode ser súbita e irradiar para os órgãos genitais, sendo acompanhada de suores.

6. Se o rim não está funcionando como deveria por causa das pedras, o organismo testa novas formas de expelir as toxinas – uma delas é através do vômito constante.

Por fim, vale a pena ressaltar que quem consome muito sal na alimentação deve estar atento à doença. Ele está presente em demasia em produtos industrializados como macarrões instantâneos, enlatados e embutidos. Alimentos como carne vermelha, frutos do mar e cerveja, por sua vez, podem aumentar as taxas de ácido úrico, enquanto espinafre, pimenta e nozes podem potencializar os níveis de oxalato.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como urologista em Goiânia!

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Precisa operar? Conheça 5 vantagens da videolaparoscopia

Precisa operar? Conheça 5 vantagens da videolaparoscopia

A chamada videolaparoscopia é considerada um dos principais avanços médicos dos tempos recentes. Utilizando-se de câmeras de micro dimensão e fibra óptica, a técnica cirúrgica pode ser praticada em diversas especialidades, trazendo uma série de benefícios valiosos para o paciente.

Neste artigo, reunimos informações importantes sobre o método, listando 5 vantagens da videolaparoscopia. Confira!

Mas o que é, afinal, a videolaparoscopia?

É uma cirurgia minimamente invasiva, considerada uma ótima opção em dezenas de casos por oferecer vantagens relevantes em relação à cirurgia convencional. O procedimento consiste na realização de pequenas incisões (de três a quatro centímetros) pelas quais são introduzidas microcâmeras e pinças. Dessa maneira, os cirurgiões podem realizar todo o processo cirúrgico enquanto observam a região operada de uma tela, sem a necessidade de fazer uma grande abertura no corpo do paciente para ter uma boa visão. No caso da videolaparoscopia, as câmeras desempenham essa função.

Há, ainda, variações do mesmo método que vêm sendo praticadas em alguns países e tendem a crescer em popularidade. Neles, há apenas uma única incisão feita pelo umbigo, ou ainda nenhum corte. Nesse último caso, são utilizados os orifícios naturais, como a vagina e o reto. A essa cirurgia é dado o nome “Natural Orifice Transluminal Endoscopic Surgery“, ou NOTES. Entretanto, trata-se apenas de variações, já que comumente são realizadas as quatro pequenas incisões no paciente.

Vale apontar que a técnica videolaparoscópica é frequentemente aplicada em cirurgias na área abdominal, já que os pequenos cortes são feitos na região da pélvis e no umbigo. Outras especialidades, entretanto, também se beneficiam do método, como é o caso da Urologia. Exemplos de cirurgias urológicas que podem fazer uso da técnica são aquelas que tratam dos rins (como nefrectomias ou cistos renais), da próstata (prostatectomia), dos testículos (criptorquidia), do uréter (reimplante ureteral) e mais. Ou seja, grande parte das condições que exigem intervenção cirúrgica, na Urologia, possuem essa possibilidade!

5 vantagens da técnica videolaparoscópica

Além de ser constantemente aprimorada, com melhores equipamentos e treinamentos, essa cirurgia ainda possui uma série de benefícios que a torna uma favorita entre médicos e pacientes:

1. Menos tempo de internação

Por ser pouco invasiva, essa cirurgia não exige que o paciente fique muito tempo internado. Normalmente, um período de três a quatro dias já é suficiente.

2. Menos dor no pós-operatório

Toda cirurgia causa alguma dor e/ou desconforto, mas a videolaparoscopia é definitivamente um dos procedimentos que causam o mínimo incômodo possível. Analgésicos já serão o bastante para ajudar o paciente em sua recuperação.

3. Menos tempo de recuperação

É preciso ficar em repouso durante algum tempo depois da cirurgia, como em qualquer outra, mas neste caso o período não costuma exceder duas ou três semanas para o retorno às atividades rotineiras. Exercícios físicos podem ter que esperar mais, mas ainda assim voltar a praticá-los se dará mais rapidamente do que no caso da cirurgia convencional.

4. Cicatrizes menores

As cicatrizes deixadas pelas incisões da videolaparoscopia são quase imperceptíveis.

5. Menor risco de infecção

Como o paciente não será “aberto”, o risco de contração de infecções hospitalares é automaticamente bastante reduzido.

Converse com seu médico sobre a videolaparoscopia e considere essa opção para sua cirurgia!

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Rotina de próstata: quando devo começar a frequentar o urologista?

Rotina de próstata: quando devo começar a frequentar o urologista?

Apesar das campanhas de conscientização sobre a prevenção de diversas doenças, a maioria dos homens ainda não mantém os devidos cuidados com à saúde, subestimando sua importância. Para comprovar essa realidade, basta analisarmos a questão da rotina de próstata.

Dados do Ministério da Saúde,  inclusive, corroboram a gravidade do problema: para cada 8 consultas realizadas ao ginecologista, somente uma é feita ao urologista, o médico especializado no aparelho urinário (de homens e mulheres), no aparelho genital e próstata.

Trata-se de um dado bastante preocupante, pois muitas das principais causas de mortalidade de homens, a exemplo do câncer de próstata, podem ser evitadas quando detectadas precocemente. Mas para que isso ocorra, é claro, é preciso buscar um urologista para a realização dos exames de rotina.

Com isso em mente, elaboramos este post sobre as precauções e medidas que devem ser tomadas em relação à rotina de próstata, incluindo a dúvida de muitos homens: “quando devo começar a procurar o urologista?”. Acompanhe a leitura para saber mais!

Recomendações sobre consultas anuais

Antes de tudo, é importante dizer que, independente da faixa etária, o urologista deve ser procurado sempre que alguma alteração no aparelho excretor ou reprodutor for notada, pois ele é o profissional mais recomendado para tratar de problemas nessas regiões.

Tratando especificamente da próstata, o urologista deve ser consultado anualmente a partir dos 45 anos de idade. É importante lembrar, ainda que os homens negros tenham maiores probabilidades de desenvolver o câncer de próstata, trata-se de uma doença a qual todos os homens estão sujeitos.

Caso haja caso de câncer de mama (mãe ou irmãs) ou de câncer de próstata (pai ou irmãos) na família, as consultas anuais com o especialista devem começar cinco anos mais cedo, a partir dos 40 anos de idade.

Rotina de próstata: informações importantes

Os cuidados relativos à próstata recebem esse nome porque de fato trata-se de uma rotina, com exames realizados todos os anos em busca de possíveis alterações na região que podem indicar algum problema mais sério.

Na primeira consulta, é realizada uma investigação do paciente, na qual são ouvidas e registradas suas queixas. É analisado, ainda, o histórico de doenças, cirurgias realizadas e medicamentos tomados regularmente pelo paciente. Após essa etapa, é realizado o exame de toque retal para verificar o tamanho da próstata e se existem nódulos na glândula, além de um exame de sangue chamado PSA total, que também visa verificar possíveis alterações.

A depender do paciente e de sua faixa etária, outros exames poderão ser solicitados, a exemplo de exames de sangue para verificação de glicemia, parcial de urina e creatina, e exames de imagens como a ecografia abdominal.

Diante disso, pode-se afirmar que a rotina de próstata é na verdade muito simples e muito tranquila para o homem, e seus resultados extremamente benéficos, sendo necessário deixar de lado o receio e o preconceito em nome da própria saúde e do bem-estar!

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Como prevenir a formação de cálculos renais?

Como prevenir a formação de cálculos renais?

Os cálculos renais, mais conhecidos como pedras nos rins, causam cólicas extremamente dolorosas. Cerca de 10% da população apresenta a condição em algum momento da vida e, dentre elas, metade sofre com o problema novamente nos anos subsequentes.

Nesse cenário, a boa notícia é que a prevenção da doença pode ser realizada com atitudes saudáveis simples no dia a dia. Acompanhe a leitura para saber mais!

O que são os cálculos renais?

As pedras que causam todo o problema são formadas na urina, quando há uma concentração de certos elementos químicos, como o cálcio e o fósforo, ou o próprio ácido úrico. Essa junção se transforma em cristais, dos mais variados tamanhos. A dor ocorre quando elas bloqueiam o fluxo da urina, e acabam “entalando” quando o corpo tenta expeli-las. A dor é variável, já que depende do tamanho dos cristais, mas em alguns casos eles são tão grandes que só podem ser retirados cirurgicamente.

Como se prevenir contra cálculos renais?

1. Beba líquidos. Muita água, principalmente!

O principal fator que favorece a formação das pedras é a pouca ingestão de água. Tomar bastante água faz com que os rins funcionem corretamente e se mantenham sempre “limpinhos”, já que haverão cerca de dois litros diários de urina a serem despejados. Algumas bebidas cítricas também são boas para isso, como sucos de laranja ou de limão.

2. Mantenha o cálcio e o sódio equilibrados

Dois elementos que devem estar bem balanceados na dieta são o sódio e o cálcio. O primeiro deve ser diminuído na dieta (na maior parte dos casos), uma vez que o limite recomendado é de 2,3g por dia. O cálcio, por sua vez, pode ser mantido, com quantidades variáveis de acordo com a idade do paciente. Mas atenção: consiga-o dos próprios alimentos, naturalmente. Suplementos alimentares estão possivelmente relacionados à formação de pedras nos rins.

3. Limite o consumo de proteína animal e de sal

Já que o cálcio é essencial para o organismo (e não é recomendável que seu consumo seja reduzido), o melhor jeito de equilibrá-lo no cardápio é limitando o consumo de proteína animal e o sal. Se você já for propenso a desenvolver as pedras, e especialmente se já sofreu com a condição no passado, procure não consumir tanta carne vermelha, ovos, frutos do mar e outros derivados animais. A ingestão de sal também pode ser reduzida.

4. Vá ao banheiro quando precisar

O hábito de “segurar o xixi” é extremamente perigoso, já que aumenta as chances de infecção urinária. Esta, por sua vez, também faz crescer as possibilidades de pedras nos rins.

5. Vá ao médico

Visitas regulares ao urologista são importantes, tanto para conversar sobre seus hábitos atuais, quanto para a solicitação de exames avaliativos. O especialista está apto a fornecer o diagnóstico mais preciso, fornecendo as orientações e o tratamento mais adequados para o caso de cada paciente.

Como verificamos, além da ingestão de muito líquido, mudanças nos hábitos alimentares também são muito eficazes quando o assunto é a prevenção contra cálculos renais. Cuide-se!

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Câncer de próstata: diagnóstico e tratamento

Câncer de próstata: diagnóstico e tratamento

Muitos homens ainda ignoram a importância do exame da próstata para a prevenção ou diagnóstico precoce do câncer. O principal motivo é o preconceito contra o toque retal, exame que permite ao médico verificar o tamanho e formato da próstata, investigando a existência de outras anormalidades.

Vale a pena ressaltar que o diagnóstico do câncer de próstata em estágio inicial aumenta significativamente as chances de cura.

Próstata: afinal, qual é a sua função?

A próstata é uma glândula e está localizada em frente ao reto, abaixo da bexiga. Sua principal função é produzir o líquido prostático, que concede mais mobilidade aos espermatozoides quando o homem ejacula, além de protegê-los da acidez da vagina. Durante a ejaculação, a contração da próstata impede a passagem de urina da bexiga para a uretra, deixando o caminho livre para a drenagem do esperma.

Nesse contexto, as doenças que mais afetam a próstata são a hiperplasia benigna (aumento da próstata), a prostatite (infecção bacteriana) e o referido câncer de próstata. Embora não se trate de uma glândula vital para o homem, sua remoção cirúrgica pode trazer duas complicações significativas:  a incontinência urinária e a impotência sexual. Por esta razão, é crucial realizar o check-up anual da próstata.

Sintomas do câncer de próstata

O câncer de próstata, no estágio inicial, não apresenta sintomas. A dificuldade para urinar pode ocorrer devido à hiperplasia benigna (aumento natural da próstata, que obstrui a passagem da urina) ou ao crescimento de um tumor.

De fato, quando surgem os sintomas, é porque o câncer de próstata já se encontra avançado, apresentando inclusive grande risco de atingir os ureteres e os ossos. Mais uma vez, os dados corroboram a importância dos exames preventivos, todos os anos, para detectar possíveis anormalidades.

Confira, abaixo, os principais indícios desse tipo de câncer:

• Aumento da frequência urinária;

• Sensação de que a bexiga está sempre cheia;

• Redução do jato urinário;

• Dor na hora de urinar.

Diagnóstico: 4 principais exames

1. Toque retal: Este exame possibilita ao médico apalpar a próstata para verificar se o formato e o tamanho estão normais ou se existe algum nódulo suspeito.

2. PSA: Através do teste de sangue, é possível avaliar eventuais alterações no nível de PSA. O aumento dessa enzima indica anormalidade na próstata, que pode ocorrer devido à prostatite ou mesmo ao câncer de próstata.

3. Ultrassom da próstata: O ideal é fazer o exame de imagem através do reto, uma vez que dessa forma se obtém uma análise mais detalhada e eficaz da próstata.

4. Biópsia: Este exame é realizado somente quando há suspeita de câncer de próstata. A coleta de material é realizada através do reto. Alguns homens, por sentirem vergonha e/ou preconceito contra o exame de toque retal, acreditam que é suficiente fazer o teste de PSA. Porém, é importante saber que um resultado de PSA dentro do padrão não exclui a possibilidade de existir um tumor. Então, o ideal é fazer os dois exames: toque retal e PSA.

Tratamento do câncer de próstata

A prostatectomia é o tratamento cirúrgico indicado para remover a próstata e as vesículas seminais em pacientes com câncer. Tudo depende da fase da doença, estado geral de saúde e a idade do paciente. A quimioterapia e a radioterapia são outros tratamentos que podem ser recomendados pelo médico, com a finalidade de diminuir o tamanho do câncer, antes da cirurgia, e eliminar células cancerígenas em outras partes do corpo, caso a doença tenha sido detectada em estágio avançado.

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Endourologia: o que é e quais são os benefícios?

Endourologia: o que é e quais são os benefícios?

A endourologia consiste na abordagem de doenças urológicas por meio de endoscopias. Como resultado, o procedimento não requer grandes incisões e é, portanto, bem mais conveniente para o paciente.

Na atualidade, quase todas as principais patologias dessa área podem ser tratadas a partir da introdução de instrumentos pela uretra, sem a necessidade de métodos invasivos como cortes ou punções. Determinados tumores do rim e bexiga, cálculos renais e ureterais e enfermidades prostáticas são inclusive curáveis por endoscopia, não demandando nenhuma incisão. Pode-se dizer que o uso de laser como terapêutica para tais problemas alterou radicalmente a urologia nos anos recentes.

Para conhecer melhor o método, acompanhe a leitura do post!

As vantagens da Endourologia

Em primeiro lugar, é fundamental destacar que a endourologia conta com uma série de benefícios em relação à cirurgia tradicional. Por não precisar de incisão, a recuperação do paciente após o procedimento é bastante acelerada e tranquila.

Há, ainda, um constante aprimoramento dos aparelhos, o que garante um melhor trabalho para o urologista. Durante a intervenção, o sangramento e o trauma são reduzidos. Tem-se, assim, o retorno precoce às atividades do dia a dia, limitando a ingestão de analgésicos.

Vale ressaltar, contudo, que a tecnologia exige um treinamento e especialização adequados por parte do cirurgião para que seja realizada com êxito. Somente depois da habilitação, o especialista está apto a administrar os equipamentos com segurança. Ele determinará também se o órgão tem condições de se submeter ao procedimento, projetando o potencial do organismo para apresentar complicações e riscos.

Quais doenças podem ser tratadas com o método?

Esse método de tratamento é com frequência empregado para disfunções na bexiga, próstata, uretra e ureter, bem como no interior dos rins. Na sequência, você conhecerá as indicações mais comuns desse recurso:

Nefrolitotomia Percutânea

A Nefrolitotomia Percutânea (NLP) é uma estratégia especialmente eficiente para o cuidado de cálculos renais grandes, com diâmetros superiores a 2 centímetros. A técnica serve também para o tratamento de tumores polipoides da via excretora dentro do rim e nas obstruções ou estreitamentos da parte superior do ureter junto ao rim.

Nesse cenário, é introduzido um aparelho endoscópico (a partir de uma pequena incisão na região lombar) que, guiado por um sistema de raio-x acoplado à mesa cirúrgica, permite visualizar o ponto exato a ser alcançado. Conforme o diagnóstico do paciente, o médico determinará e seguirá a conduta mais adequada para o procedimento.

Ureteroscopia

Consiste na utilização de um dispositivo com câmera para acessar o ureter e a área interna do rim. De maneira geral, a ureteroscopia é utilizada para a remoção de cálculos no ureter.

Cistoscopia

Esse exame verifica o interior da bexiga e da uretra com um equipamento que possui câmera. A tática auxilia indivíduos com infecções urinárias recorrentes, sangramentos na urina e lesões da bexiga.

Se você enfrenta alguma das questões mencionadas acima, converse com o seu médico sobre a possibilidade de investir na endourologia e seus diversos benefícios. Como se consegue concluir, a metodologia traz diversos pontos positivos e tem inúmeras aplicações!

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