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Ejaculação precoce: 5 mitos e verdades sobre o tema

Ejaculação precoce: 5 mitos e verdades sobre o tema

A ejaculação precoce, normalmente, acontece instantes depois da penetração. Em alguns casos, não dá tempo nem de o pênis penetrar o órgão sexual do parceiro ou da parceira. Ou seja, no simples contato com essas regiões, o homem já perde o controle.

Para alguns homens, isso soa engraçado, mas o papo aqui é bem sério. Trata-se de um distúrbio que afeta cerca de 45% dos brasileiros. Inclusive, esse transtorno prejudica a vida sexual de muitos casais e leva muitos homens à depressão. Logo, estamos diante de um problema de saúde pública.

Como se não bastassem as piadinhas, ainda há muitos boatos sobre a ejaculação precoce. Por exemplo, você já ouviu por aí que a masturbação é uma das causas dessa disfunção? Ou alguém próximo de você já disse que homens circuncidados são mais propensos ao transtorno?

Pois é, nem tudo que dizem por aí é verdade. Por isso, a fim de sanar algumas dúvidas, preparei este artigo, no qual revelo alguns mitos e verdades sobre o tema. Acompanhe tudo até o final!

O que você precisa saber sobre ejaculação precoce

1. Preservativo retarda a ejaculação

Infelizmente, alguns homens acreditam que usando duas camisinhas pode-se controlar a erupção. No entanto, isso só aumenta o risco de elas estourarem, devido ao atrito. Ou seja, mesmo que eles utilizem preservativos com substâncias anestésicas, com certeza, essa técnica não irá funcionar. Portanto, é mito.

2. Masturbação ajuda a treinar o corpo

De certo, o onanismo traz inúmeros benefícios para o homem que o pratica, pois também é uma forma de o indivíduo conhecer os próprios limites. A título de curiosidade, a masturbação start-stop é um exercício utilizado para controlar a saída do esperma.

Inclusive, a técnica é excelente para aqueles que sofrem com estresse e ansiedade, pois os ajuda a sair da rotina, melhora o humor e, consequentemente, ajuda-os a controlar melhor a liberação do sêmen. Portanto, a masturbação é uma forma de treinar o corpo e melhorar o desempenho sexual.

3. Estresse faz gozar mais rapidamente

Sim, é verdade. Vale salientar que a prática sexual exige participação psicológica. Frequentemente, precisamos da imaginação para desenvolver o desejo e os estímulos. Então, quando o corpo está presente e a mente fica vagando nos problemas, o resultado tende a ser frustrante.

Dessa forma, antes de se envolver intimamente com alguém, o homem deve se despir de pensamentos que podem prejudicá-lo. E, caso a confusão mental permaneça, o conselho é para que busque ajuda de um profissional especializado.

4. Álcool e drogas atrasam a ejaculação

Os efeitos do álcool e das drogas na cama podem ser desastrosos, porque essas substâncias prejudicam a ereção. Isso ocorre porque o consumo exagerado delas deixa o organismo desidratado, o que eleva a quantidade do hormônio angiotensina, comumente associado à disfunção erétil. Dessa forma, isso também é um mito.

5. Ejaculação precoce não tem tratamento

Mito. Há diversos procedimentos voltados para esse tipo de transtorno. Por exemplo, o paciente pode combinar o uso de medicamentos com as terapias. Dessa forma, ele terá a oportunidade de tratar mente e corpo. Ou seja, para aqueles que querem ajuda, existem, sim, diversas alternativas.

A ejaculação precoce é um problema muito comum na adolescência, quando os meninos ainda estão descobrindo o sexo. Porém, na fase adulta, isso se torna um distúrbio grave, principalmente porque afeta diversas áreas da vida do homem. Por isso, não guarde essa informação, compartilhe-a com quem precisa de ajuda!

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como urologista em Goiânia!

Posted by Dr. Pedro Henrique Moreira in Todos
4 tratamentos para a disfunção erétil

4 tratamentos para a disfunção erétil

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou dados significativos sobre a disfunção erétil no Brasil. Conforme o relatório, cerca de 15 milhões de brasileiros não conseguem manter a ereção de forma satisfatória durante as relações sexuais.

Nesse sentido, o estudo promovido pelo Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), destacando a vida sexual do brasileiro, corrobora com os dados. O estudo aponta que 45% dos homens brasileiros sofrem com impotência sexual.

De acordo com a listagem, os principais indicadores dessa alteração incluem:

  • tabagismo;
  • diabetes;
  • obesidade;
  • doenças do coração;
  • hipertensão;
  • alcoolismo;
  • depressão;
  • doenças prostáticas.

Há tratamento para a disfunção erétil?

Além disso, a pesquisa enfatizou que, geralmente, homens solteiros, desempregados, de baixa escolaridade e renda são os mais atingidos. Apesar de os dados estatísticos serem relevantes, é importante ressaltar que há tratamento para quem sofre de disfunção erétil. Alguns pacientes conseguem até superar a doença.

Por isso, neste artigo, reuni algumas técnicas eficazes. Quer ver quais são elas? Leia até o final!

1. Medicamentos orais

Em um primeiro momento, os inibidores fosfodiesterase tipo 5 são os mais cotados para o tratamento via medicação oral, já que atuam como facilitadores da ereção. O medicamento Viagra, por exemplo, faz parte dessa categoria.

Geralmente, essas substâncias agem como vasodilatadoras, pois aumentam o fluxo de sangue na região do pênis. Mas é fundamental deixar claro que a ação do medicamente depende de estímulos, uma vez que nada ocorre espontaneamente. Portanto, elas funcionam juntamente com a libido e o desejo.

Normalmente, o remédio fica ativo por 8 horas ou mais. Porém, isso não quer dizer que o paciente ficará com o pênis ereto por todo esse tempo. No entanto, durante esse período, ele terá uma ajuda extra.

2. Aconselhamento psicológico

Como destaquei anteriormente, a disfunção erétil tem raízes em diferentes esferas. E o lado emocional integra esse contexto. Pois, frequentemente, as preocupações com dívidas, emprego, problemas no trabalho e depressão impedem que alguns homens tenham ereção.

Então, a fim de melhorar esse quadro, recomendo que o paciente também busque ajuda psicológica. Afinal de contas, a medicação por si só não faz efeito se os estímulos e o desejo não estiverem presentes.

3. Injeção local

A injeção intracavernosa faz parte do segundo momento do tratamento, quando a medicação oral já não faz efeito. Tal injeção deve ser aplicada na região do pênis momentos antes da relação sexual.

Nesse caso, o homem não fica condicionado à libido ou aos estímulos, porque a reação é espontânea e ocorre minutos depois da aplicação. De certa forma, ela diminui a pressão psicológica e permite ao homem ter a ereção sem tantos esforços.

4. Prótese peniana

Em uma terceira fase do tratamento, quando os demais recursos não deram certo, o especialista recomenda a prótese peniana. A intervenção cirúrgica para colocação do implante depende de algumas etapas importantes, que vai da prescrição de antibióticos ao fechamento das incisões.

No geral, depois da operação, a maioria dos pacientes se diz satisfeita com o resultado. Contudo, a redução do tamanho do pênis ainda é a principal queixa relacionada ao método.

A quantidade de brasileiros que sofre de disfunção erétil é notável, e não podemos ignorar os dados. Por isso mesmo, observo que é possível ter uma qualidade sexual melhor com o auxílio das metodologias citadas. Então, se você conhece alguém que precisa de ajuda nesse sentido, compartilhe a informação.

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Fimose: quando a cirurgia é necessária?

Fimose: quando a cirurgia é necessária?

Sabe aquele excesso de pele que fica sobre o pênis, dificultando a exposição da glande (cabeça do órgão genital)? Então, isso é a fimose.

Normalmente, essa condição é inerente aos meninos bebês. Porém, na adolescência e, sobretudo, na fase adulta, ela se torna um problema. Por isso, a intervenção cirúrgica acaba sendo a solução para aqueles que precisam remover o excesso de prepúcio.

Além do incômodo, dos problemas de desempenho sexual, da infecção urinária e das doenças sexualmente transmissíveis (DST), a fimose também é responsável pelo surgimento de muitas outras enfermidades — dentre as quais, está o câncer de pênis.

Infelizmente, só no Brasil, cerca de 1,6 mil homens tiveram os pênis amputados devido ao tumor. Normalmente, tal alteração se manifesta como resultado de práticas que podem ser combatidas.

Nesse sentido, certamente, a falta de higiene é uma das condições que favorecem o aparecimento da neoplasia. Porém, muitas vezes, os adolescentes ou homens que passam por essa situação não conseguem realizar a higienização da forma correta. Ou seja, nem sempre o quadro tem a ver com a falta de asseio. Pode ser relacionado também com a limitação imposta pelo excesso de pele na região.

Então, a fim de eliminar entraves e esclarecer dúvidas, apresento alguns motivos sobre o porquê de a cirurgia ser necessária. Além disso, destaco o momento mais apropriado para realizá-la. Continue lendo o artigo e descubra qual é!

Há como prevenir a fimose?

Infelizmente, este não é um caso de prevenção. A formação dessa pele, que encobre a cabeça do pênis, ocorre na fase fetal. Ou seja, os meninos já nascem com ela.

Quais são os tratamentos mais indicados?

No primeiro momento, os especialistas costumam indicar pomadas à base de corticoides, por essas possuírem propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e antibióticas. Logo, facilitam o deslizamento da pele sobre a glande.

Num segundo momento, o tratamento recomendado é o exercício de retração da pele do prepúcio, que possibilita que se solte a pele aos poucos, sem causar muita dor. Geralmente, a prática é indicada para os meninos acima de 5 anos.

Quando a intervenção cirúrgica é necessária?

A postectomia ou circuncisão, como também é chamada esse tipo de intervenção, é indicada quando os tratamentos precedentes não produziram resultados satisfatórios.

No geral, a cirurgia de remoção do excesso de pele é simples, dura cerca de 30 minutos, e o procedimento é feito com anestesia local. Pode ser geral, dependendo do contexto no qual médico e paciente se encontram. Embora a recuperação seja um pouco dolorosa, o paciente recebe alta no mesmo dia.

Quais são as vantagens da cirurgia de fimose?

O primeiro benefício, e talvez um dos mais importantes, é a possibilidade de uma higienização completa do órgão genital, sem impedimentos, porque já não é necessário puxar a pele. Outro proveito dela, certamente, é a redução de infecções por contato sexual.

Mas, é claro, isso não dispensa o uso da camisinha. Vale ressaltar ainda que essa operação deve ser feita antes da adolescência, justamente para minimizar os traumas.

Como vimos, a fimose traz inúmeros entraves para a vida dos adolescentes e homens. Por isso mesmo, a cirurgia não deve ser adiada. Além de o atraso potencializar os problemas, também acaba comprometendo o lado psicológico de quem passa por isso.

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4 tratamentos para cálculo renal

4 tratamentos para cálculo renal

A combinação de certas substâncias nos canais urinários ou dentro dos rins favorece a formação do cálculo renal. Geralmente, dietas ricas em sal e comidas industrializadas, aliadas à baixa hidratação e ao histórico familiar, são fatores relevantes nesse contexto. Justamente por contribuírem para a composição dessa massa sólida.

Recentemente, o departamento de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) revelou que 10% da população passa por esse trauma. Além disso, a pedra nos rins, como é popularmente conhecido o cálculo renal, atinge muito mais homens que mulheres — maior ocorrência entre os 20 e os 40 anos.

Sintomas do cálculo renal

Vale ressaltar que a dor provocada pelo cálculo renal é descrita como incontrolável. Em geral, as pessoas se contorcem, algumas até se jogam no chão, dado o estresse provocado.

Entretanto, além da dor indescritível, outros sintomas podem se manifestar, como febre, vômito, sangue e dor ao urinar, estão comumente associados a esse tipo de manifestação aguda.

Então, a fim de aliviar esses espasmos e melhorar a sua saúde, listei alguns tratamentos eficazes, quer ver? Continue a leitura!

1. Beba mais água

A água é fundamental na hidratação corporal, pois auxilia no transporte de nutrientes e contribui para a eliminação de determinados resíduos do organismo. Por exemplo, quando a pedra é muito pequena, ela é naturalmente expelida pelo simples ato de beber água.

2. Evite a ingestão de água

“Como assim?”, você deve estar se perguntando. Então, é exatamente isso. Nos momentos de crise, é fundamental evitar a ingestão de líquidos.

Como medida preventiva, e também como forma de tratamento, a água é excelente. Porém, durante a cólica renal, ela complica a vida do enfermo. Normalmente, as cólicas ocorrem no instante em que as pedras obstruem as vias urinárias.

Muita gente acredita que tomar água durante a crise ajuda o rim a forçar o cálculo para baixo. No entanto, a medida é desastrosa, porque, no momento da obstrução, o rim filtra o líquido, mas não tem como eliminá-lo. Por isso, há dilatação, inchaço e muitas dores.

3. Tenha uma dieta balanceada

Como informei, as comidas e as bebidas industrializadas prejudicam a vida de quem sofre com o cálculo renal. Portanto, evite-as, até porque elas concentram uma quantidade significativa de substâncias químicas e sódio no organismo.

O sal favorece a formação de pedras nos rins, sendo assim, restringi-lo ou diminuí-lo nas refeições trará benefícios, sobretudo para aquelas pessoas que sofrem de hipertensão. Outro cuidado que você precisa ter é com a ingestão de cálcio — não pode ser pouca nem exagerada.

Se você não sabe, no intestino há uma concentração significativa de um composto denominado oxalato. Quando ele não encontra cálcio, esse composto simplesmente parte para o sistema urinário e gruda-se no cálcio de lá.

Daí, começa o desenvolvimento da temida pedra. Então, a ingestão correta desse elemento é fundamental para saúde do rim.

4. Busque ajuda médica

O tamanho da pedra nos rins é um fator importante, porque isso direciona o tratamento. Geralmente, as pedras acima de 4 milímetros são expelidas com o auxílio de analgésicos. Já para o caso daquelas que possuem mais de 10 milímetros, a intervenção cirúrgica é recomendada.

No tratamento do cálculo renal, alguns cuidados são fundamentais para garantir o alívio e a saúde dos rins. Por isso, o acompanhamento médico também é necessário, porque, com a ajuda dos especialistas, o paciente consegue viver bem e melhor.

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Urologia oncológica: os tipos de cânceres tratados pelo urologista

Urologia oncológica: os tipos de cânceres tratados pelo urologista

Recentemente, o câncer de pênis foi assunto nas manchetes dos principais jornais do Brasil. Dados sobre amputações do órgão e crescimento da doença no país preocuparam muita gente, inclusive, o governo. Por isso, a fim de destacar os tipos de cânceres tratados na urologia oncológica, escrevo este texto.

Primeiramente, ressalto que o câncer de pênis é um dos tumores tratados pela urologia oncológica. Para que você tenha uma ideia, esse tipo de neoplasia atinge cerca de 6 mil brasileiros por ano, segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Ou seja, é um número bastante expressivo, que pode ser reduzido com algumas medidas preventivas. No entanto, isso é tema para outro artigo. Neste, especialmente, ressalto os cânceres tratados por essa especialidade. Quer saber mais? Continue a leitura!

O que é a urologia oncológica?

Assim como outras especializações médicas, essa área trata de uma causa específica. Ou seja, é o campo da urologia dedicado às neoplasias que se desenvolvem no sistema urogenital.

O especialista desse segmento tem a responsabilidade de prevenir, diagnosticar, investigar e tratar tumores malignos. Normalmente, os cânceres urológicos são tratados por meio de intervenção cirúrgica, as quais, na maioria dos casos, são menos invasivas.

Quais são os tipos de cânceres tratados na urologia oncológica?

Como adiantei, o câncer de pênis integra a lista de cancros tratados pelo urologista dessa área. A patologia, que representa 2% dos tipos de cânceres, provoca, anualmente, a morte de mais de 400 homens, só no Brasil.

Geralmente, a falta de higiene, o estreitamento do prepúcio, bem como a manifestação do vírus papiloma vírus humano (HPV), estão diretamente relacionados à doença. Mas, não para por aí, pois há outros neoplasmas malignos que integram a atenção da especialidade.

Doenças tratadas pela urologia oncológica

Câncer de bexiga

Na maior parte das vezes, os homens brancos e com a idade avançada tendem a ser os mais atingidos por esse problema. Vale ressaltar que o tabagismo eleva o risco de manifestação do tumor para até 70%.

Além disso, determinadas substâncias químicas, como agrotóxicos, alumínio, drogas e petróleo contribuem para o aparecimento da doença.

Câncer de rim

O tumor de wilms, como também é chamado, é de causa desconhecida. No entanto, algumas síndromes genéticas, como WAGR, beckwith-wiedemann, e anormalidades geniturinárias estão comumente associadas ao surgimento dele. Nesse caso, o diagnóstico precoce é imprescindível para o sucesso do tratamento.

Câncer de próstata

Infelizmente, esse é o segundo tipo que mais mata os homens brasileiros, e, geralmente, a idade avançada é um dos fatores de risco para o surgimento do problema. Contudo, há outras características que aumentam a probabilidade de manifestação da enfermidade. Nesse sentido, destaco o excesso de gordura corporal, os fatores genéticos e a exposição contínua a certas substâncias químicas.

Câncer de testículo

Esse tipo apresenta baixa mortalidade quando identificado precocemente. Por isso, é sempre bom atentar para os fatores de risco, no caso, o histórico familiar, a exposição a agrotóxicos, as lesões na bolsa escrotal e a criptorquidia, que é a ausência de testículo (1 ou 2).

Câncer das vias urinárias

Os tumores das vias excretoras costumam ser raros e, frequentemente, estão associados à histologia do câncer de bexiga e ao tabagismo. Entretanto, o uso demasiado da erva Aristolochia fangchi e de analgésicos que contêm fenacetina também estão relacionados ao quadro.

A urologia oncológica é uma especialidade dedicada ao tratamento de tumores. Ou seja, o profissional desse segmento é capaz de tratar cânceres relacionados ao pênis, à bexiga e à próstata. Portanto, se você é do sexo masculino, tem mais de 40 anos e nunca foi ao urologista, marque a sua consulta o quanto antes, porque a prevenção ainda é a melhor opção.

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Videolaparoscopia: conheça as doenças urológicas que podem ser tratadas com a técnica cirúrgica

Videolaparoscopia: conheça as doenças urológicas que podem ser tratadas com a técnica cirúrgica

O avanço da tecnologia trouxe inúmeras vantagens para a área médica. Hoje, inclusive, já é possível tratar certas doenças cirurgicamente e de forma menos invasiva. Os aparatos modernos garantem mais precisão e ainda otimizam o tempo entre uma cirurgia e outra. Nesse rol de procedimentos que resultam em benefícios, destaco a videolaparoscopia.

Mas, antes de adentrar o tema deste artigo, preciso explicar o que é exatamente essa técnica. A videolaparoscopia é um método usado para realizar diagnósticos e cirurgias. Por meio dela, conseguimos observar as estruturas das regiões pélvica e abdominal. Ou seja, é uma inspeção feita com um equipamento da cirurgia robótica.

Através de uma microcâmera, realizamos os procedimentos mais complexos sem gerar traumas significativos. O objetivo dessa metodologia é proporcionar intervenções minimamente invasivas.

Por isso, pensando em algumas vantagens, escrevo este texto, para ajudar você a compreender o quanto esse auxílio extra pode ser benéfico no tratamento de certas doenças urológicas. Continue a leitura!

A videolaparoscopia no tratamento de câncer de próstata

Primeiramente, embora a técnica ofereça prós, vale lembrar que ela deve ser executada por especialistas treinados, porque as mãos experientes do cirurgião é que faz a diferença.

No que tange ao câncer de próstata, a cirurgia em questão causa menos dor e sangramentos que as tradicionais. Isso diminui a probabilidade de transfusões de sangue.

Nos últimos anos, também houve melhorias no efeito estético, principalmente porque as incisões são bem pequenas — entre 5 e 10 mm.

Outras indicações da videolaparoscopia

Câncer de bexiga

Geralmente, os tumores de bexiga atingem mais homens que mulheres. Além disso, a incidência dessa patologia é 2 vezes maior nos caucasianos do que nos negros.

Os fatores de riscos, além de idade, são a genética, exposição a produtos químicos, baixa ingestão de água e o tabagismo.

Normalmente, a cirurgia é apenas um dos tratamentos para esse tipo de tumor. Aliados a ela, também há outros métodos. Portanto, a escolha da operação é feita baseada na gravidade e no estágio da doença.

A técnica citada neste artigo reduz, consideravelmente, o índice de infecção, uma vez que os tecidos não ficam tão expostos e o manuseio tende a ser mais delicado e preciso. As imagens em 3D melhoram a assertividade das pinças cirúrgicas, e isso dá mais segurança e conforto ao cirurgião.

Criptorquidia

A ausência de 1 ou de 2 testículos interfere na fertilidade do homem e ainda o deixa vulnerável à manifestação de certas doenças. Esse tipo de alteração genital é comum e pode ser corrigido com a videolaparoscopia.

Nesse caso, especificamente, a operação tem o objetivo de melhorar a função testicular, reduzindo o índice de aparecimento de tumores. Além disso, ela também cumpre a missão de diminuir complicações com hérnias e facilitar diagnósticos de neoplasias. O vídeo de alta performance possibilita ao médico ter uma visão nítida do momento.

A videolaparoscopia é a técnica que melhora o procedimento do cirurgião durante a operação. Ou seja, não é um tratamento convencional, mas uma alternativa a mais para quem busca resultados e execuções precisas. Afinal de contas, os recursos tecnológicos potencializam o manuseio do médico e ainda geram menos desconfortos ao paciente.

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Câncer de pênis: como prevenir?

Câncer de pênis: como prevenir?

Dos tumores que mais atingem os homens no Brasil, o câncer de pênis representa 2% do total, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

A doença, praticamente erradicada nos países desenvolvidos, mata anualmente 400 brasileiros e ainda provoca cerca de 1,6 mil amputações de pênis por ano, de acordo com o Instituto Lado a Lado.

Os homens das regiões Norte e Nordeste são os mais afetados. Porém, o Maranhão, conforme relata a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), enfrenta o quadro mais crítico, com 40 mutilações anuais, nos últimos 10 anos.

Neste artigo, apresento algumas medidas simples e eficazes que ajudam a salvar vidas. Quer descobrir quais são elas? Continue a leitura!

O que aumenta o risco de câncer de pênis?

O artigo Updates on the epidemiology and risk factors for penile cancer, publicado na National Library of Medicine, colocou o Brasil dentre os países com maior incidência da doença.

A explicação para esse resultado alarmante, certamente, tem a ver com o crescimento do papiloma vírus humano (HPV). O vírus é propagado pelo contato sexual sem proteção (atinge mais de 50% dos jovens, conforme informações do Ministério da Saúde). Mas, não para por aí. Outras condições também contribuem com o risco, como:

  • falta de higiene íntima;
  • estreitamento do prepúcio (fimose);
  • tabagismo;
  • idade (mais de 55 anos),
  • psoralenos (medicação usada no tratamento de psoríase);
  • síndrome da imunodeficiência adquirida (aids).

Quais são os principais sintomas da doença?

A úlcera e as feridas persistentes são sinais que não devem ser ignorados. Essas manifestações podem, sim, apontar para a enfermidade. No entanto, você também deve observar outros indícios, que incluem:

  • esmegma (secreção acumulada sob o prepúcio);
  • aumento da pele da cabeça do pênis;
  • ferida na glande;
  • lesão no corpo do pênis;
  • machucado no tecido que cobre a cabeça do pênis;
  • mau cheiro;
  • edemas ou nódulos.

Como evitar o câncer de pênis?

Para reduzir o avanço do tumor, algumas medidas simples podem ser adotadas no dia a dia. Dentre elas, está a limpeza diária do pênis. Ou seja, com água e sabão você reduz a probabilidade de manifestação da doença.

É importante lembrar que a limpeza também deve ser feita após as relações sexuais e masturbações, uma vez que a higienização remove o lubrificante de preservativos, os resíduos de sêmen, bem como a lubrificação natural dos parceiros.

Outra forma de preservar a saúde, nesse sentido, é por meio da cirurgia de fimose. Pois a pele estreita e pouco elástica compromete a exposição da cabeça do pênis. Consequentemente, isso resulta no acúmulo de gordura, chamada esmegma.

A vacina contra o HPV também é eficaz, porque ela protege dos tipos mais comuns de vírus, adquiridos no contato sexual. Outro ponto importante é que a imunização também previne outras doenças.

Por fim, o uso de preservativos é imprescindível para a proteção, principalmente porque as doenças sexualmente transmissíveis aumentam o risco do surgimento da neoplasia.

O câncer de pênis é um tumor raro, mas, infelizmente, atinge muitos brasileiros, em especial no Maranhão. Nesse quesito, o estado se destaca, por ser a segunda doença mais comum dentre os homens de lá — ela perde apenas para o câncer de pele. Diante dos fatos, ressalto a importância da prevenção, pois, com medidas simples, conseguimos evitar males maiores.

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5 fatores de risco para o câncer de próstata

5 fatores de risco para o câncer de próstata

O preconceito e a falta de informação contribuem para o aumento dos riscos de câncer de próstata no Brasil e no mundo. Por aqui, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) apresentou números assombrosos sobre a enfermidade, e isso colocou a saúde masculina em evidência.

Para que você tenha noção da gravidade do problema, o Inca estimou quase 70 mil novos casos do tumor em 2018. Isso fez a patologia ocupar o topo da lista das neoplasias que mais atingem os brasileiros — cerca de 31,7% de ocorrências.

Além disso, o problema também apareceu dentre as moléstias que mais matam homens, porque, na classificação por sexo, ocupou o 2º lugar no que se refere à mortalidade.

Fatores que influenciam no surgimento do câncer de próstata

Apesar de os dados não serem positivos, ainda assim, é possível melhorar a saúde dos homens. E, neste artigo, destaco algumas características que potencializam os riscos da doença. Dessa forma, você tem a oportunidade de redobrar os cuidados na sua rotina de prevenção. Então, para saber quais são essas características, leia o texto até o final!

1. Obesidade

O excesso de gordura corporal, comumente, está associado ao aparecimento de diversos tumores, sobretudo o de próstata — inclusive, nessas condições, esses acometimentos tendem a ser agressivos e de difícil tratamento.

No entanto, mesmo diante do perigo iminente, a obesidade cresce a passos largos por aqui, segundo informações do Ministério da Saúde.

E, ao que tudo indica, até 2025, 29 mil casos surgirão em decorrência dessa alteração, de acordo com o periódico científico Cancer Epidemmiology.

2. Hereditariedade

Infelizmente, algumas condições fogem da nossa alçada. Por isso, o histórico familiar é muito importante para identificarmos as ameaças. Por exemplo, se na sua família houve ocorrência da enfermidade, então, você deve buscar soluções preventivas.

O mesmo vale para quando falamos do câncer de mama, porque, se as mulheres da família manifestaram a moléstia, consequentemente, isso intensifica a chance do surgimento do câncer de próstata no público masculino.

Ainda sobre o fator de sucessão, devo dizer que as mutações hereditárias elevam em até 10% as aparições da neoplasia, principalmente quando há casos recorrentes do câncer.

Dessa maneira, alterações nos genes, como síndrome de Lynch, mutações HOXB13 e RNASEL, além de BRCA1 e BRCA2, precisam ser identificadas o quanto antes.

3. Idade

A neoplasia é rara em homens abaixo de 40 anos, mas a probabilidade aumenta à medida que os anos avançam — geralmente, homens que passaram dos 50 têm mais chances de desenvolver o tumor.

4. Etnia

Embora não haja estudos que apontem de forma clara e definitiva, os homens negros são os mais afetados pela moléstia. Inclusive, dentre esse grupo, ela tende a ser mais agressiva e pode aparecer antes mesmo dos 40 anos.

5. Substâncias químicas

Alguns produtos químicos são verdadeiros aliados do desenvolvimento do câncer de próstata. Alguns deles são:

  • arsênio – frequentemente usado como agrotóxico e em madeiras;
  • aminas aromáticas das indústrias;
  • hidrocarbonetos policíclicos aromáticos;
  • produtos de petróleo;
  • dioxinas;
  • motor de escape de automóveis;
  • fuligens.

Mesmo que a ação do câncer de próstata não seja invisível, ressalto que, muitas vezes, ela é silenciosa. Infelizmente, muitos brasileiros têm sido afetados por ele. A resistência em cuidar da saúde coloca-os numa situação de vulnerabilidade. Afinal de contas, essa atitude dificulta o diagnóstico. Por isso, passe essa informação adiante e ajude a salvar vidas.

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Conheça os principais fatores de risco para balanite

Conheça os principais fatores de risco para balanite

A balanite é uma inflamação da mucosa que reveste a glande (cabeça do pênis). O problema pode se estender ainda ao prepúcio, que é a pele sobre a região. Neste caso, trata-se de uma balanopotite. Os principais sintomas são coceira, ardência ou até dor, além de aparência avermelhada, podendo apresentar secreções. 

Neste post, conheceremos mais sobre a condição. Continue a leitura!

Quando há ocorrência de balanite?

A doença está diretamente relacionada às condições de higiene do pênis. Isto porque a falta de uma rotina de limpeza adequada propicia a formação de uma secreção, composta por células mortas que vão se acumulando no local. No entanto, existem alguns fatores que podem aumentar as chances do homem desenvolver o problema. 

Indivíduos que não foram circuncidados, por exemplo, são mais suscetíveis a terem balanite. O motivo é que a pele que cobre a glande acaba tornando a higiene mais difícil. Assim, há um ambiente perfeito para desencadear o processo inflamatório, já que a área fica mais quente, úmida e com resíduos. 

Por outro lado, portadores de diabetes tipo 2 também têm mais chances de apresentarem a doença. Além disso, a idade é um fator de risco, visto que a incidência é maior nos homens acima de 40 anos. Obesidade e diagnósticos anteriores de doenças sexualmente transmissíveis são outros pontos de atenção, bem como uma vida sexual ativa desprotegida. 

O uso de substâncias que irritam a glande ou alergias em decorrência de produtos variados também pode desencadear a inflamação. Logo, quando surgirem os primeiros sinais, a pessoa deve procurar um médico. O quadro pode se agravar ainda mais em função de infecções urinárias pontuais. 

Qual é o diagnóstico e o tratamento indicado?

No consultório, o médico fará o teste clínico para diagnosticar a doença por meio da aparência das lesões. Provavelmente, será necessário realizar exames de laboratório para identificar o agente causador da infecção e conseguir direcionar o tratamento. 

Vale lembrar que a inflamação pode ou não estar associada a uma infecção e, portanto, isso definirá qual medicamento é apropriado para o caso. O protocolo clínico será indicado ao parceiro ou parceira do paciente, a fim de evitar reincidência. 

Como a higiene adequada da região é a principal forma de prevenção, pode ser recomendada uma cirurgia para a retirada do excesso de pele nos casos em que o estreitamento do prepúcio impede a exposição e limpeza correta da glande. 

Como dissemos anteriormente, a melhor forma de prevenção está em como o homem faz a limpeza de seu órgão sexual. Outros problemas ainda mais graves, como o câncer de pênis, estão relacionados à falta de asseio. 

Para a higiene correta, o indivíduo deve retrair a pele (prepúcio) e lavar a região da glande, assegurando que não restou nenhum resíduo ou secreção. 

Além disso, é recomendado enxugar o pênis após urinar e lavá-lo corretamente após o ato sexual, bem como recorrer ao especialista em caso de suspeita de anormalidades. Estes e outros cuidados auxiliam o homem a manter a saúde em dia e evitar a balanite. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como urologista em Goiânia!

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Ejaculação precoce: saiba quais são os tipos e causas

Ejaculação precoce: saiba quais são os tipos e causas

A ejaculação precoce é um distúrbio que atinge um em cada três homens no Brasil. Trata-se da situação em que o indivíduo tem um orgasmo antes do esperado durante o sexo. Em geral, é considerada precoce, pois ocorre logo após a penetração ou, até mesmo, antes, sem que a pessoa consiga controlar. 

Na maioria dos casos, a causa é emocional e está relacionada à ansiedade. Vale lembrar ainda que, para que seja caracterizada como uma doença, é necessário que os episódios ocorram na maioria das relações, prejudicando o bem-estar do paciente e impedindo que ele prolongue o ato sexual. 

Neste post, saberemos mais sobre a condição. Acompanhe!

Tipos de ejaculação precoce

Para fins de classificação e com o intuito de orientar o tratamento, é comum dividirmos a disfunção erétil em alguns tipos: 

  • primária: quando o homem convive com a questão desde o início de sua vida sexual;
  • secundária: quando surge na vida do indivíduo que, até então, conseguia controlar por mais tempo o momento do orgasmo. A mudança na frequência deve ocorrer em mais da metade das relações para indicar o distúrbio;
  • situacional: quando ocorre somente em determinada situação, por exemplo, com uma parceira específica;
  • variável: não chega a ser um problema, e sim uma oscilação do tempo de ejaculação do homem, ou seja, quando ele tem um orgasmo mais rápido ocasionalmente;
  • subjetiva: neste caso, o paciente consegue manter a ereção por mais tempo sem chegar ao orgasmo. Entretanto, ele sente insatisfação durante o sexo. 

Causas para a condição

Não existem pesquisas conclusivas acerca de causas orgânicas, sendo que, como dito anteriormente, a principal é a ansiedade. Torna-se um círculo vicioso em que, ao tentar evitar que ocorra, o indivíduo fica ainda mais ansioso e mais rápido ejacula. 

Algumas questões biológicas, no entanto, podem ser prejudiciais neste sentido, tais como níveis hormonais acima do normal, distúrbios da tireoide, inflamações ou infecções na próstata e uretra, além de nível de neurotransmissores, por exemplo, adrenalina acima do normal no corpo. 

Opção de tratamento 

Por se tratar de um transtorno principalmente emocional, o tratamento dependerá da detecção do tipo e dos fatores que levam o indivíduo a ejacular rapidamente.

Sendo assim, a terapia é a principal aliada para que o homem consiga restabelecer uma vida sexual satisfatória. Além disso, é indicado o uso de antidepressivos. Os remédios visam elevar o nível de algumas substâncias no cérebro que auxiliam no controle da ansiedade. 

É fundamental que o paciente esteja aberto e receptivo ao que for proposto pelo especialista. Muitos homens têm vergonha de falar sobre o problema e demoram para recorrer à ajuda médica. Além de relatar o ocorrido, é importante manter um diálogo franco com a parceira sobre a questão.  

O casal pode, por exemplo, seguir algumas orientações caseiras que costumam ajudar no processo. Juntos, eles poderão atingir resultados melhores para superarem a ejaculação precoce e viverem momentos prazerosos para os dois. 

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como urologista em Goiânia!

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